
Em tempos de educação ecológica e valorização da pluralidade cultural aí vai uma dica para um presente muito especial: O livro do Ziraldo, Menino do Rio Doce.
É um livro encantado. Poesia que encanta do começo ao fim. A mim causou uma emoção especial, uma vez que também vivo junto a um rio doce, o Rio Trombetas. Observar a vida dos ribeirinhos daqui é como viver dentro desse livro!
Ele é catalogado como literatura infantil, mas é muito mais! É uma obra de arte!
As ilustrações são maravilhosos bordados, executados pela família Dumont, uma das coisas mais belas que já vi !
Um conselho: compre dois livros. Pois eu comprei só um, não resisti e fiquei com ele para mim. É meu livrinho de estimação.
Leio-o sempre para minhas crianças e elas ficam encantadas olhando as ilustrações, apontam cada detalhe com os dedinhos e me fazem mil perguntas.
Acredito firmemente que para formarmos bons leitores é essencial a beleza e a poesia, desde muito, muito cedo!
É um livro encantado. Poesia que encanta do começo ao fim. A mim causou uma emoção especial, uma vez que também vivo junto a um rio doce, o Rio Trombetas. Observar a vida dos ribeirinhos daqui é como viver dentro desse livro!
Ele é catalogado como literatura infantil, mas é muito mais! É uma obra de arte!
As ilustrações são maravilhosos bordados, executados pela família Dumont, uma das coisas mais belas que já vi !
Um conselho: compre dois livros. Pois eu comprei só um, não resisti e fiquei com ele para mim. É meu livrinho de estimação.
Leio-o sempre para minhas crianças e elas ficam encantadas olhando as ilustrações, apontam cada detalhe com os dedinhos e me fazem mil perguntas.
Acredito firmemente que para formarmos bons leitores é essencial a beleza e a poesia, desde muito, muito cedo!
“O menino tinha certeza
de que havia nascido
no dia em que viu o rio.
Na sua memória
não havia nada antes daquele dia.
O menino amou o rio
pois acreditou que o rio
havia também nascido
no dia que ele o viu.
O menino olhava o rio: o rio era seu irmão.”
de que havia nascido
no dia em que viu o rio.
Na sua memória
não havia nada antes daquele dia.
O menino amou o rio
pois acreditou que o rio
havia também nascido
no dia que ele o viu.
O menino olhava o rio: o rio era seu irmão.”
Conheça os trabalhos da família Dumont no site http://www.familiadumont.com.br/

Que lindo Jac!
ResponderExcluirAdorei o encontro do menino com o rio.
Posso dizer que (re)nasci no meu encontro com o Rio.
Beijos!
Jac,
ResponderExcluirO rio é algo muito presente na minha memória, remetendo-me a minha infância! Lembro-me de quando íamos de trem para a casa de vovó margeando o Rio Doce. Como eu achava ele grande!!! Depois de conhecer o Rio Trombetas achei ele tão pequenininho!!!
bjs,
Sandra